Depoimentos

Vera Lúcia Martins – depoimento

Posted on agosto 17, 2009. Filed under: Depoimentos |

“Há exatamente 5 anos conheci a Unibiótica. Foi no dia 14 de julho de 2004, que comecei a praticá-la. Me apaixonei literalmente, vesti a camisa como ninguém. Fiz propaganda, só falava nisso o tempo inteiro a ponto de querer ser até Facilitadora. E isso não demorou muito para acontecer; em novembro de 2005, lá estava eu fazendo o curso e assim que recebi meu certificado, fui logo dando um jeito de por em prática, passando para outros o que de bom obtive durante esse tempo.

No dia 6 de fevereiro de 2006, eu e a Geralda ( outra facilitadora ) que fez o curso comigo; montamos nossa turminha. Estava indo muito bem, o local era ótimo, a turma estava crescendo; foi quando aconteceu um acidente comigo. Quebrei a perna, fiquei 30 dias imobilizada, depois foram 3 meses de fisioterapia e nada de poder voltar. Com tudo isso, tivemos que acabar com a nossa turma. Mas mesmo assim eu continuava amando a Unibiótica. Até minha endocrinologista me diz sempre: “Vera, como essa tal de Unibiótica mudou sua vida! Você hoje é outra pessoa, sua pele mudou, seu cabelo tem brilho, seu astral, tudo em você melhorou 100%.” Aí eu digo pra ela: é por isso que o nosso lema é: Melhorando tudo, melhorando todos!

Voltei para a Unibiótica, mas agora como aluna mesmo e recomeçando bem devagar, mas com a mesma garra de viver bem, sinto que hoje sou capaz de dar meu depoimento e quero que o mundo inteiro saiba: “Que eu, estou bem, cada vez melhor!”

Vera Lúcia Martins do Grupo “De mãos dadas” – Belo Horizonte

Obrigada Vera pelo depoimento ( muito bem escrito, diga-se de passagem! ), e me desculpe pela demora em postar o depoimento, foi uma falha minha, pois já tinha recebido a mais tempo. Desculpas, não só à Vera, mas a todos os últimos depoimentos que recebi . Me desculpem sinceramente pela demora em postar! Agradeço imensamente a todas as pessoas pelos depoimentos que recebi!

IMPORTANTE: os depoimentos que recebo, não são alterados. Coloco do jeito que recebo, isso ajuda a manter a espontaneidade dos depoimentos.

Obrigada a todos pela visita e voltem sempre!

Regina

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Jésus Januário – depoimento

Posted on agosto 17, 2009. Filed under: Depoimentos |

“Há uns seis anos aproximadamente, eu vivia deprimido. Freqüentava o hospital psiquiátrico Raul Soares. Sem eu nunca ter ouvido falar e nem mesmo saber o que significaria a palavra Unibiótica, apareceu-me uma senhora ainda bem jovem que após conhecê-la percebi que se tratava de uma criatura que só é feliz na medida que pratica o bem.

Pois bem, essa criatura chama-se Norma. Deus a enviou, sem sequer mesmo saber quem era eu e nem onde eu morava. Só pode ser mesmo uma dádiva divina ! Essa simples e benfeitora mulher, veio falar-me da Unibiótica. Eu a ouvi atentamente e suas palavras pareciam penetrar em meu ser, na mente e no coração…Ao despedir-se pegou na minha mão e abraçando-me, disse: “vá”…

Eu não digo que fui…Eu vim, sou freqüentador da Unibiótica em todos estes seis anos ininterruptamente e tendo a felicidade de dizer, sem nenhuma pretensão de mostrar-me ser o maior nem o melhor que nenhum dos meus colegas, irmãos e amigos unibióticos; mas posso dizer que dentre todos, sou um dos que executa todos os exercícios com maior perfeição, inclusive o carro chefe da Unibiótica: o João Teimoso.

Desde então jamais sofri depressão, e não é só, recentemente fiz um exame geral. Segundo os médicos não tenho nenhum problema de saúde, seja ele qual for. Apesar dos meus setenta e oito anos, sou disposto, levanto às cinco horas da manhã de segunda a sexta feira e a cada dia a minha primeiríssima atividade de cada manhã é a Unibiótica.”

Jésus Januário do Grupo “Vida” – Belo Horizonte

Obrigada pelo valioso depoimento! E me desculpe pela demora em postar no blog. Já faz um tempo que recebi o depoimento, mas só agora deu para colocar no blog. Agradeço a todas as pessoas pela boa vontade em contribuir com depoimentos. São realmente pequenas, mas preciosas contribuições para divulgar os beneficios da Unibiótica!

Obrigada a todos pela visita! Voltem sempre!

Regina

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Vitória, Margarida e Francisca – depoimentos

Posted on agosto 17, 2009. Filed under: Depoimentos |

Estou colocando os depoimentos mais curtinhos, juntos. Mas apesar disso, eles não deixam de ser menos importantes que os demais! Agradeço muito pela contribuição e boa vontade das pessoas que deram seus depoimentos para o blog! Muito obrigada!

Vitória – depoimento

“Quando cheguei na Unibiótica, eu era muito nervosa e gorda. Meu intestino não funcionava bem, eu tinha diarréia. Quando vinha a vontade de evacuar eu não conseguia segurar, só faltava desmaiar, minha pressão era muito alta também. Eu inchava muito.

Fui praticando a Unibiótica e fazendo o tratamento paralelo, hoje como de tudo que antes não podia comer, minha pressão está normal, me sinto com muita disposição. Até voltei a estudar. Diz o médico que a Unibiótica contribuiu e muito com o tratamento. Estou curada e não incho mais.”

Vitória do Grupo “De mãos dadas” – Belo Horizonte

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Margarida – depoimento

“Quando cheguei na Unibiótica eu estava muito “derrubada”, o médico havia me encaminhado para fazer hidroginástica. Minha irmã me convidou para conhecer a Unibiótica, fui desanimada e disse para Madalena que não ia conseguir, pois tenho prótese em um dos joelhos, ela me colocou em um lugar mais alto para facilitar.

Já vai fazer 4 anos de exercícios e alegria. Hoje estou com 69 anos, trabalho muito, vou para a chácara e mexo com tudo cavo e planto. Minha pele rejuvenesceu e minha energia é admirável.”

Margarida do Grupo “De mãos dadas” – Belo Horizonte

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Francisca – depoimento

“A Unibiótica é um modo feliz de viver. São momentos de reflexão e relaxamento, onde podemos conhecer melhor o nosso corpo, pois nosso corpo é a conservação da vida.

Antes de conhecer a Unibiótica, eu era uma pessoa que sofria de depressão, ansiedade, cheguei a ficar quinze dias sem poder andar. Minha coluna foi afetada e as pernas ficaram bastante inchadas, eu não podia sentar pois sentia fortes dores. Comecei a praticar os exercícios que me foram ensinados, hoje me sinto uma adolescente, apesar de ter 73 anos bem vividos. A Unibiótica foi tudo de bom para mim. Obrigada.”

Francisca B. Cunha do Grupo “Vida” – Belo Horizonte

IMPORTANTE: os depoimentos que recebo, não são alterados. Coloco do jeito que recebo, isso ajuda a manter a espontaneidade dos depoimentos.

Obrigada a todos pela visita ao blog!

Regina

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Rozalita, Geralda Mafra e Ana Diolinda – depoimentos

Posted on agosto 17, 2009. Filed under: Depoimentos |

Estou colocando os depoimentos mais curtinhos, juntos. Mas apesar disso, eles não deixam de ser menos importantes que os demais! Agradeço muito pela contribuição e boa vontade das pessoas que deram seus depoimentos para o blog! Muito obrigada!

Rozalita – depoimento

“Quando entrei para a Unibiótica eu tinha a pressão alta e tinha também muitas câimbras nas mãos, sentia muita dor nas pernas e muitas outras coisas como cansaço e vista fraca. Agora a pressão está controlada, a vista melhorou, as pernas não doem mais e as câimbras desapareceram.

Além dos exercícios da Unibiótica, também tomo cloreto de magnésio que foi ensinado pela coordenadora do grupo.”

Rozalita do grupo “De mãos dadas” – Belo Horizonte

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Geralda Mafra – depoimento

“Olá, meu nome é Geralda S. Mafra, tenho 73 anos e participo do grupo “De mãos dadas” em Belo Horizonte desde 2006.

Quando entrei no grupo tinha uma dor no calcanhar que me incomodava muito. Sentia muita dor. Para descer escadas era bem difícil. Através dos exercícios da Unibiótica essa dor desapareceu, hoje ando normalmente, sem dor alguma.

Também senti um fortalecimento da minha musculatura. Meus seios estão bem enrijecidos. Sou muito feliz por fazer parte do grupo da Unibiótica. Eu tinha um dedo indicador que não abria, hoje ele tem movimentos normais.”

Geralda Mafra do Grupo “De mãos dadas” – Belo Horizonte

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Ana Diolinda – depoimento

“Meu nome é Ana Diolinda, eu conheci a Unibiótica há uns 3 anos. Eu estava no posto de saúde com problema serio no joelho. Uma pessoa me convidou para a Unibiótica, dizendo que sua mãe tinha melhorado muito. Eu fazia caminhada, mas a doutora disse para eu parar pois estava piorando por causa do meu peso. Fui para a Unibiótica e tudo melhorou. Depois de um ano praticando os exercícios, tive que parar para cuidar dos netinhos, com isso comecei a ter problemas nos joelhos novamente, eu já precisava me apoiar num cabo de vassoura para andar.

Voltei para a Unibiótica a 4 anos e já me sinto 80% recuperada. Por coincidência fui participar de uma palestra no posto de saúde, lá haviam médicos, enfermeiras e assistente social.

Tinha 3 grupos de pessoas que praticavam exercícios diferenciados. Todos foram parabenizados. Eu fazia parte do grupo de Unibiótica, me senti envaidecida quando destacaram os unibióticos, dizendo que eles tinham umas carinhas de alegria e bem estar.”

Ana Diolinda do Grupo “De mãos dadas” – Belo Horizonte

IMPORTANTE: os depoimentos que recebo, não são alterados. Coloco do jeito que recebo, isso ajuda a manter a espontaneidade dos depoimentos. Obrigada a todas as pessoas pelos depoimentos!

No mais, obrigada a todos pela visita ao blog!

Regina

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Depoimento – Madalena

Posted on julho 2, 2009. Filed under: Depoimentos |

Depoimento Madalena

“Durante alguns anos de minha vida procurei ajuda médica para solucionar vários problemas de saúde. Eu sentia dores no corpo inteiro, era como se eu tivesse sido espancada. Os médicos pediam exames e mais exames e nada descobriram. Fiz tratamento psicológico por dois anos, fisioterapia por um ano e meio, as dores melhoraram, mas logo voltavam. Chegava ao ponto de um abraço provocar dor.

Suspeitavam de fibromialgia, mas fiz vários exames, e não deu em nada. Então os médicos decidiram que o que eu tinha era depressão. Como se não bastasse, fiquei hipertensa ( já estava tomando 5 tipos de remédios! ).

Por intermédio de Renata, minha amiga, descobri a Unibiótica, comecei a praticar e foi a melhor coisa que me aconteceu. Recuperei a auto estima, as dores desapareceram, e minha pressão se normalizou. Em seis meses todos os medicamentos que usava foram suspensos por ordem médica. Isso já fazem 6 anos.

Decidi então fazer o curso de Unibiótica e me tornar coordenadora. Estou com um grupo de 70 pessoas divididas em 2 turmas, com muitas historias e problemas resolvidos. O nome do meu grupo é “De mãos dadas”, no bairro Alípio de Melo ( BH – MG ) e ele esta completando 5 anos.

Acordo às 5:30 hs: tomo água e faço o banho de ar, em seguida tomo o banho alternado. Depois vou me encontrar com o grupo: pratico os exercícios, fazendo também o jejum matinal, tomando água de gole em gole até as 10:00 hs.

Às 10:00 tomo o seguinte energético natural:

½ copo ( americano ) de água filtrada

1 colher ( sopa ) de mel

1 colher ( sopa ) de vinagre de arroz

1 colher ( sopa ) de germem de trigo

1 colher ( sopa ) de fibra de maracujá

1 colher ( sopa ) de farinha de linhaça

½ colher ( sopa ) de levedo de cerveja

1 colher ( café ) de cálcio de gergelim

Tomar de segunda a sexta feira e descansar no sábado e no domingo.

No almoço bastante salada crua antes dos outros pratos e para sobremesa frutas.

Não sou radical. Quando tenho vontade como coisas que não são aconselháveis pela Unibiótica. Procuro evitar o Maximo possível, ficando mais com os cereais integrais e frutas. Quanto tenho tempo repito os banhos no final do dia.

Me considero 80% Unibiótica. Sou uma mulher realizada e muito feliz. Quando perguntam minha profissão tenho orgulho em responder: “Coodernadora de Unibiótica”.

Dica: valorize-se, amando-se em primeiro lugar. Pratique e viva a Unibiótica. Assim terá saúde e alegria de viver.

Agradecimento: A Deus por me mostrar o caminho a seguir. Ao Dr. Yum por nos mostrar a Unibiótica e a Regina por criar este blog para que as pessoas possam conhecer melhor o que é a Unibiótica.”

Madalena – Coordenadora de Unibiótica – BH.

Agradeço demais pelo seu depoimento Madalena! Foi uma grande contribuição para que as pessoas vejam que a Unibiótica muda vidas ( para melhor é claro! ). Mais uma vez obrigada! Agradeço a você e aos seus alunos(as) por estarem contribuindo com vários depoimentos!

Obrigada a todos pela visita!

Regina

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Depoimento – Conceição

Posted on julho 2, 2009. Filed under: Depoimentos |

Depoimento Conceição Sobrinho

“Eu tomava remédio para pressão alta, por que segundo um médico tinha uma veia entupida em meu pulmão. Por causa disso, eu tossia muito, era uma tosse seca. Era preciso fazer fisioterapia. Como na época não tive condições de pagar pelo tratamento, acabei não fazendo.

Mas há 4 anos descobri a Unibiótica e comecei a praticar. E em pouco tempo fiquei curada e não sentia mais nada. Nunca mais parei de fazer a Unibiótica.”

Conceição Sobrinho – 62 anos – Do grupo “De mãos dadas” – BH.

Obrigada pela contribuição Conceição! Apesar de ter sido curtinho ( texto ), nos mostra que a Unibiotica realmente resolve e cura muitos problemas. Agradeço pela boa vontade em contribuir! Mais uma vez obrigada!

Obrigada a todos pela visita!

Regina

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Depoimento – Dª. Mariana

Posted on julho 2, 2009. Filed under: Depoimentos |

E ai gente tudo bem com vocês? A partir de hoje estarei atualizando o blog normalmente! Durante esse tempo que fiquei sem postar, recebi muitos depoimentos. Estarei postando no blog até o fim de semana. Agradeço imensamente a todas as pessoas que deram essa valiosa contribuição para o blog!

Depoimento – Dª. Mariana

“Eu tinha muita dor nos joelhos, era como se o nervo estivesse embolado, quando ia a missa não conseguia ajoelhar. Sentia queimar a sola dos pés. Tinha catarata, mal conseguia enfiar uma linha em uma agulha. Eu caia muito.

Há uns 3 anos, conheci a Unibiótica e comecei a praticar com certa dificuldade., mas insisti.  Depois de um tempo, parei de cair, sarou minha catarata ( sem cirurgia! ), meus joelhos já estão quase bons, já consigo realizar movimentos que antes não conseguia. Além da Unibiótica, também fazia uso de medicamentos, mas hoje, estou apenas com a Unibiótica e me sinto muito bem!”

Dª. Mariana – 87 anos – Do grupo “De mãos dadas” – BH.

Agradeço a Dª. Mariana que deu esse precioso depoimento para o site! Muito obrigada!

Obrigada a todos pela visita! Voltem sempre!

Regina

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Depoimento – Délcio

Posted on maio 14, 2009. Filed under: Depoimentos |

“Já faz 8 anos que não tomo um remédio.”

Este é um pequeno, mas valioso, email/depoimento que recebi de um colaborador e praticante assíduo da Unibiótica, e com a permissão dele, estou postando aqui no blog com o objetivo de mostrar casos de pessoas que melhoraram as suas vidas praticando a Unibiótica. Segue o email que recebi na íntegra:

Tuesday, May 05, 2009 3:51 PM

Oi Regina, tudo bem? Tenho o maior prazer em contar um pouco de minha história, antes e depois da Unibiótica: há 15 anos atrás fiz duas pontes, safena e mamaria. Tomava 9 comprimidos por dia e vivia em pânico; fiz dois cursos de Unibiótica em Paragominas – PA, com a dona Matilde. Ela dava o curso e ensinava  fazer a comida saudável. Já faz 8 anos que não tomo um remédio. Vou lhe convidar para  meus 60 anos  dia 13 de junho de 2009, estou me sentindo 20 anos mais jovem, nem enxaqueca e herpes mais. Porém sigo a risca tudo que Dr. Yun manda. Obrigado pela sua atenção e oportunidade de dar meu depoimento, quem sabe pode ajudar alguém. Estou ao seu dispor para responder perguntas. Bjs.

Délcio SA

Email para contato: fazendanp@hotmail.com

Essa foi mais uma valiosa contribuição que recebi e estou repassando para que outras pessoas possam ver que a Unibiótica realmente muda vidas e trás uma melhor qualidade de vida.

Se alguém quiser dar um depoimento como nosso colaborador acima, basta me mandar um email com o depoimento. Poucas palavras bastam, apenas contando como era antes da Unibiótica e como ficou depois de começar a praticar a Unibiótica. Não paga nada para divulgar. Só temos a ganhar divulgando essa pratica que tanto bem trás. Mas a contribuição é totalmente voluntaria, mas também é extremamente valiosa para a divulgação da Unibiótica.

Obrigada Délcio pela contribuição! Um abraço a todos e voltem sempre!

Regina

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Dr. Yum – Depoimento

Posted on abril 12, 2009. Filed under: Depoimentos |

Minha vida e minha missão

dr-yum

Apresentação

Eu, Jong Suk Yum, sou uma pessoa que está apresentando uma nova Medicina que não precisa de grandes recursos. Eu sou criticado por afirmar que, praticando determinadas teorias, o homem pode viver sem doenças e alcançar a idade de cento e vinte anos. Enfim, eu sou uma pessoa que recebeu na adolescência a sentença médica de que não viveria além dos vinte anos. Era uma criança fraca naquela época. Através da prática de minhas teorias, revoguei a referida sentença, pois estou agora com cinqüenta e um anos.

Infância saudável. Adolescência doentia

Aproximadamente, até os treze anos de idade, fui bastante saudável. Comia bem e era um famoso brincalhão tanto na escola quanto na rua onde morava. Mas a partir do verão em que completei quatorze anos, comecei a perder as forças e o apetite. Qualquer coisa que eu comesse ou bebesse provocava-me diarréia e febre. Vivia uma vida constantemente febril. Durante quase dois anos, tratei-me com um famoso médico, sem obter melhora alguma. Ainda lembro suas palavras: “Isso não é febre; este menino tem a temperatura do corpo mais elevada de natureza. É devido a algum fator genético.”

Trajetória de saúde

Dizem que, quanto mais fraco e incapaz é um filho, mais carinho recebe. Nasci numa família rica e de nome tradicional. Fui o centro das atenções de meus pais. Como o mais consagrado médico de minha terra nada resolveu a respeito de minha saúde, meus pais me levaram ao Japão e a China para que eu pudesse receber um tratamento médico mais adequado. Mas como os médicos anteriores, os médicos destes países nada resolveram também. Por fim, levaram-me a um médico inglês, em Londres. Era a primeira vez que consultava um médico ocidental. Com o tratamento que me deu, a diarréia se transformou em prisão de ventre e a febre se agravou. O referido médico recomendou-nos que voltássemos para casa e lá continuássemos o tratamento com vários remédios que ele mesmo nos indicara. Isto me fez entender que eu deveria esperar meu destino em casa, ou seja, que não me expusesse a morrer em seu consultório.

Voltando a terra natal, meu pai contou a minha mãe o resultado da viagem, das consultas e do tratamento. Pensando que eu estivesse dormindo, disse para minha mãe que eu viveria, no máximo, até os vinte anos. Ouvi tudo, fingindo estar dormindo. A viagem ao exterior que começara com uma grande esperança, terminou em sentença de morte. Meus pais passaram a noite toda chorando, tentando encontrar alguma solução. Mas o que mais poderiam fazer? Só lhes restava chorar pelo filho que iria morrer antes de abrir suas pétalas para a vida.

Meu sonho, naquela época era tornar-me professor de uma Universidade, casar com uma mulher, sabia, bondosa e bonita e viver numa casa de tijolos vermelhos com jardim oriental. Com tudo o que eu ouvira dos médicos e de meus pais, não podia dormir, pois a idéia de morrer e ser enterrado entristecia-me e deixava-me com medo. Chorava pensando nisso.

Autodeterminação previdente

Em meio a tais coisas, ergueu-se dentro de mim uma vontade incrível de viver. Levantei-me e gritei, assuntando meus pais:

– Eu não vou morrer! Eu mesmo me curarei!

Meus pais me abraçaram chorando. Estas são recordações de quando eu tinha dezessete anos.

Depois disso, meus pais me deram tudo o que eu queria, tanto em disponibilidade de tempo, quanto financeiramente. Era uma época difícil aquela, pois apesar de a guerra ter terminado e de ter voltado um pouco de ordem em meu país, tudo era caro e raro. A carne, principalmente, era consumida apenas pelos ricos. Mesmo assim, no meu prato, jamais faltou carne, leite, ovos, chocolate americano e doces.

Eu era oriental, mas comia como um legitimo ocidental, pois todos pensavam que, estando eu fraco, devido à diarréia e a febre, necessitava de alimentos de elevado teor calórico. Além daqueles super alimentos, tomava fortificantes contrabandeados que vinha de Hong Kong ou Shaghai. Para se te ruma idéia de seu numero, basta dizer que minha casa cheirava a farmácia.

Eu praticamente não tinha amizades. Para distrair-me fiz de Shakespeare, de Tolstoi, de Dostoiewski e outros, meus amigos. Comecei a ler, também, Lao-Tse, Confúcio, livros filosóficos, bem como tratados de medicina chinesa, muito lidos por meu avô. Estive, também, por uma temporada, num templo, sob a orientação de monges budistas, a fim de aprender os princípios de Buda.

Meu estudo não era como o de muitos jovens atuais que visam apenas ao vestibular ou a um emprego. Eu estudava com o objetivo de saber como passar os três anos de vida que ainda me restavam e o que fazer para prolongar este tempo. Era uma questão de vida ou morte.

Livro salvador

Um dia, uma jovem que morava na mesma rua que eu, foi visitar-me. Levava uma Bíblia na Mao. A família dela era humilde, mas todos vivam felizes e com saúde. Pela primeira vez, folhei a Bíblia. Comecei a ler o Novo Testamento: “Abraão gerou Isac e Isac gerou Jacó…”. Joguei a Bíblia de lado. Não me interessava saber daquilo. Pensava no meu destino que nem filhos poderia ter. Isso me deixou aborrecido e triste.

Dias após, a referida moça perguntou-me se eu havia lido a Bíblia e o que tinha achado dela. Respondi-lhe:

– Li. É um livro para gente que não tem o que fazer, tal como você.

Ela não entendeu por que estava eu dizendo tais coisas. Ficou magoada com minhas palavras duras e frias. Voltou para casa com lagrimas nos olhos.

Arrependi-me depois, por tê-la tratado tão mal. Lembro-me que a referida Bíblia tinha capa preta, estando decorada com letras douradas. Conforme a moça me dissera, seu pai, era professor de inglês na escola em que eu estudava, sempre lia a Bíblia. Desde criança, eu soube que Abraham Lincoln gostava igualmente desse livro.

Pensei bem e resolvi lê-lo também. Quando comecei tal leitura, a referida moça visitou-me novamente. Vendo que eu estava com a Bíblia nas mãos, sorrindo, disse-me:

– O inicio é um pouco chato. Comece pelo meio.

Não gostei de tal sugestão e perguntei-lhe:

– Por que não posso ler desde o começo? Não sabe que o inicio e o fim de um livro são as partes mais importantes? Esta pensando que se eu começar a ler desde as primeiras páginas vou morrer antes de terminar, não é? Você sabe que vou morrer logo, não sabe?

– Não, você esta enganado. Eu não quis dizer isso.

Ela saiu apressadamente aborrecida. Minha mãe, vendo tudo isto, meneou a cabeça e por ter agido assim, foi para o quarto. Arrependi-me, imediatamente. Na verdade, ela a única amiga que eu tinha. Então, abrindo, casualmente, a Bíblia, mais ou menos ao meio, li o seguinte:

“Ora, uma mulher que padecia dum fluxo de sangue havia 12 anos, e tinha gasto com remédios todos os seus bens, sem que nenhum a pudesse curar, aproximou-se dele por detrás e tocou-lhe a orla do manto, e no mesmo instante lhe parou o fluxo de sangue.

Jesus perguntou: “Quem me tocou?” Pedro e os que estavam com ele disseram: “Mestre, a multidão te aperta de todos os lados…”

Jesus replicou: “Alguém me tocou, porque percebi sair de mim uma graça.” A mulher viu-se descoberta e foi tremendo a prostrou-se aos seus pés; e declarou diante de todo o povo o motivo por que o havia tocado, e como logo ficará curada. Jesus disse-lhe: “Minha filha, tua fé te salvou; vai em paz.” ( Lucas, 8.43-48)

Enquanto lia aquele texto, senti um calor dentro de mim. Fui até a casa da moça. A família dela estava almoçando. Eu nem sequer tinha percebido que era hora do almoço.

– Quem é Jesus? O que é fé? Como posso receber uma graça? Eu queria muito saber sobre tudo isso.

Estava muito feliz. Sem saber que a fé chega até ressuscitar os mortos. Naquele momento, senti a esperança jorrando dentro de mim. A moça então disse-me:

– Lendo a Bíblia e orando, obterá a fé e a graça de Deus. Para isso, deve, também, ir a igreja. Mas antes, vamos almoçar. Pelo que me parece nada comeu ainda, não é?

Ouvindo isso, comecei a sentir fome. Sentei a mesa com eles. Mas, o almoço, naquela casa, era exatamente o oposto ao da minha casa. Não tinha carne a mesa. Só tinha verduras cruas e arroz misturado com outros cereais integrais. Perdi logo o apetite. Recusei-me a comer. Como alguém pode comer tais coisas, perguntava-me a mim mesmo. Todos, exceto eu, comiam com gosto. Até então, nunca tinha provado o que eram verduras cruas. Fiquei curioso e deu-me vontade de experimentar.

Assim, através daquela jovem e graças a ela, conheci a Bíblia ( até hoje a li 8 vezes ), a fé, a graça, os cereais integrais e as verduras cruas.

Aproximei-me cada vez mais dela. Já não esperava que viesse me visitar. Eu comecei a procurá-la. Sem ela, não tinha vontade de ir a igreja ou de ler a Bíblia. Comer na casa dela era mais gostoso do que na minha.

Desta forma, comecei ir à igreja sempre com ela. Disse-me que poderia receber mais graça se eu freqüentasse a oração matinal. Assim, comecei ir à igreja para orar sozinho, todos os dias, às 5 horas da manha. Não faltava um dia sequer. Meus pais preocuparam-se comigo. Por outro lado, porém, ficaram contentes, pois eu comecei demonstrar interesse por alguma coisa. Antes disso, passava o tempo todo em casa.

O pastor e os membros da igreja tratavam-me muito bem, pois eu era o filho de um renomado político e não apenas freqüentava a igreja mas fazia, também, oração matinal. Eles oravam por mim. Certa ocasião, convidaram meus pais para assistirem um culto especialmente feito para mim. Meus pais passaram a freqüentar a igreja, não por motivos de fé, creio eu, mas para me alegrar.

Aniversário e prece

Completei vinte anos. No dia do meu vigésimo aniversário, saí de casa e fui para uma montanha. Lá, pela primeira vez, orei com toda a minha sinceridade:

“Salva-me, Senhor. Se assim acontecer, quero ser útil par ao mundo. Jamais me tornarei um homem desnecessário.” É só do que me lembro.

Àquele dia foi, para mim, uma festa sem anfitrião. Ao voltar para casa, todos me deram os parabéns. Pela expressão deles, porém, não pude vislumbrar nem alegria nem tristeza. Como a previsão era de que eu não passaria tal idade, cada vez mais lia a Bíblia e orava.

Trajetória de estudo

Naquele ano, ingressei na Faculdade de Medicina. Meu sonho era ser professor. Queria também ser pastor. Contudo escolhi a medicina, pois tinha pouco tempo de vida. Não a escolhi para me tornar médico ou para ter uma profissão. Escolhi-a como tentativa para encontrar um meio de prolongar a minha vida.

Assim, minha vida resumiu-se em preservar minha própria vida. Na época, devo ter parecido um jovem sem rumo, uma ovelha perdida. Estudava não só as matérias do currículo, mas, indiscriminadamente, tudo o que se me deparava, desde que se relacionasse com a saúde, quer fosse medicina oriental ou ocidental. Quando lia algum, antes de criticá-lo, praticava, mesmo que seu conteúdo fosse absurdo. Cheguei a imitar animais e até mergulhar o corpo numa lagoa, durante o inverno. Ouvia dizer que carne de cachorro e de cobra eram boas para a saúde. Comi-as. Uma vez, abdiquei, totalmente, de comida cozida, nutrindo-me apenas de alimentos crus como faziam os monges. Vivi alguns meses comendo grãos de feijão e folhas de verduras cruas. Recebi mil advertências de amigos e parentes por praticar jejum, tendo o corpo tão magro e enfraquecido.

Assim, para conhecer o resultado não somente de minhas pesquisas, mas sobretudo, de sua pratica, enfim, para conseguir livrar-me da doença e levar uma vida saudável, testei pessoalmente, tanto os métodos orientais quanto os ocidentais, chegando a um total de 360 métodos. Alguns métodos apresentavam efeitos surpreendentes ao começar a praticá-los. Contudo, com o passar do tempo surgiam reações colaterais. Todos os métodos continham algo verdadeiro e não a verdade total.

O dom da saúde

Para minha alegria, gradativamente, fui recuperando a saúde. A partir dos 23 anos eu já era um jovem normal. Os pais da moça ( que me ajudou a abrir os olhos e que de certa maneira, é responsável por eu estar vivo ) preocupados com nosso relacionamento, fizeram-na casar com um homem afastado de nossa cidade. Creio que o problema todo se relacionava com a minha saúde. Não queriam, certamente, que a filha se tornasse viúva muito cedo.

Até hoje sinto muita gratidão por ela. Ao ler a Bíblia, sempre me lembro de suas palavras: “Leia do meio…”. Já se passaram 33 anos, porém nunca mais nos encontramos.

Pesquisa e conquista de espaço

Depois de reconquistar a saúde e readquirir a segurança sobre meu corpo, comecei a organizar tudo que havia estudado e pesquisado. Eram, ao todo, 360 técnicas que se baseavam em 18 princípios. A síntese de tais métodos foi organizada de tal maneira que qualquer pessoa, em qualquer circunstância ou doença, possa praticá-la. Desta forma originou-se a Unibiótica. Assim, quem segue a Unibiótica, esta, de uma só vez, praticando 360 métodos e 18 princípios.

Com o objetivo de aprofundar mais ainda as pesquisas e sentindo a necessidade de confirmar a eficiência das mesmas em mais casos, não divulguei seus resultados mesmo depois de me ter formado e feito residência hospitalar. Apliquei a Unibiótica em pacientes, obtendo resultados admiráveis. Porém, o médico orientador, sabendo dos efeitos, negava-os, atendo-se a balançar a cabeça de um lado para outro. Percebi, então, que a muralha não estava fora, mas dentro de casa. O “dono da solução e da verdade” era especialista e detinha autoridade em suas mãos. Os professores e amigos começaram a me tratar como herege. Desta forma, iniciou-se uma guerra de teorias. Por assim dizer, fui renegado já que não me recomendavam a nenhum paciente e, muitas vezes, nem sequer era por eles cumprimentado.

Certa vez, realizou-se uma reunião sobre a unidade de terapia. Haviam chagado ao limite das discriminações que eu vinha sofrendo. Perante todos, naquela oportunidade, disse: “Na verdade, os métodos que adotamos de pouco adiantam. Já usamos todo o tipo existente de remédios. Qual foi o resultado? Além disso, mentimos aos familiares do doente “X”, dizendo-lhes que ele está melhorando. Até quando continuaremos agindo desta forma? É assim que deve proceder um cientista? Eu tenho a solução para o caso. Dêem-me uma chance e mostrar-lhes-ei a veracidade de minhas teorias.”

Mesmo sem permissão, comecei a tratar o paciente com meus métodos. Cortei todo tipo de remédios. Eliminei o café da manhã e alterei a alimentação. O banho de ar era-lhe feito constantemente. No começo, o enfermo mencionado apresentou melhoras, mas após uma semana, começou a piorar. Teve febre, vômitos e diarréia. Percebi que tal fenômeno era o Min-Chuan. Recusei medidas emergenciais ( antidiarréicos e antitérmicos ).

Soube, posteriormente, que contra a minha indicação o médico orientador alimentava o paciente com sopa de carne, leite e maçã. Era mais do que natural que surgissem reações, ao introduzir tal tipo de alimentos num corpo desintoxicado. Meus colegas, contudo, não quiseram entender o porquê do fato. Assim, toda a responsabilidade caiu sobre mim. Relataram o fato à família do enfermo. Acharam que eu estava usando seu ente querido como cobaia para as mais teorias.

Tal fato acabou sendo noticiado nos jornais. Tive que responsabilizar-me pela honra do hospital e pelo nome do médico orientador. Fui obrigado, também, a procurar outro local de trabalho, sendo-me proibido, por seis meses, de exercer a profissão de médico. Isto fez com que nenhum hospital me aceitasse como aluno.

Desiludido com o mundo médico, entrei na faculdade de Engenharia. Porém o apelido de “médico curandeiro” me perseguia, embora estivesse afastado da comunidade médica.

Mesmo freqüentando a Faculdade de Engenharia, não deixei de estudar Medicina e Filosofia. Percebi, então, que a Engenharia e a Medicina tinham fortes relações. Na verdade, os pés são alicerce do homem; a coluna vertebral assemelha-se à coluna de um edifício. Se a base apresentar falhas, toda a construção é atingida. Aprendi que, quando surgem defeitos nos pés, a circulação e o sistema nervoso ficam afetados.

Eu escrevia para uma coluna de jornal. Finalmente, acabei fundando um jornal semanal de saúde, pois queria divulgar, livremente, todos os conhecimentos que até então adquirira. Critiquei muitas coisas; porém ao mesmo tempo, ofereci muitas soluções. No entanto, a editoração era muito lenta. Resolvi sair às ruas. Fazia palestras e cursos em universidades, igrejas, empresas e sindicatos de vários seguimentos. Naquele tempo, o povo também estava quase que totalmente dominado pela Medicina Tradicional ( Medicina da dependência ). Tive uma retaliação e pressões dos que estavam no poder, sobretudo de empresas farmacêuticas e alimentícias, que conseguiram decretar o fechando do jornal.

Vietnã e Unibiótica

Ofereci-me para ir à guerra do Vietnã. Entrei para o exército a fim de divulgar a Unibiótica. O exército era um excelente lugar para eu poder desenvolvê-la. Tanto os soldados como os oficiais aceitavam sem teimosia e com boa vontade todas as coisas que eu lhes ensinava. Eles diziam-me: “ Se funciona, pode aplicar.”

Arrependi-me de não ter ido para o exército mais cedo. Dizia-lhes: “Não há ninguém que garanta a vida de vocês. Ninguém sabe quando irão se machucar ou morrer. O que farão se não tiverem remédios ou médicos? E mesmo tendo-os, muito pouco poderão fazer. Aqui, cada um deve tomar conta de si próprio. Quando há um incêndio, tem-se a impressão de que os bombeiros demoram a chegar. Na realidade, não são eles que demoram, é o fogo que se alastra rapidamente. Quando eles chegam, tratam de apagar o fogo. Geralmente destroem tudo ao redor dele para evitar que se propague. O mesmo acontece com a Medicina. Aqui, cada um tem que ser seu próprio bombeiro e seu próprio médico.

Todos me escutavam atentamente. Os soldados aprenderam com todo empenho meus ensinamentos, praticando-os. O comandante também ficou satisfeito. O jornal noticiou que eu estava sendo um herói. Não havia críticas nem denúncias. Parece que o homem se torna mais humano e cooperativo em horas difíceis; mais hostil e egoísta nas horas fáceis.

Curei casos ( considerados perdidos ) de queimaduras, de hemorragia, intoxicação, cegueira, apendicite ( sem cirurgia ), entre outros problemas graves durante a guerra. Fui muitas vezes chamado de selvagem e primitivo devido aos meus métodos, mas após comprovarem a veracidade e eficiência dos meus princípios recebi desculpas sinceras de todos que haviam me criticado.

Naquela época recebi uma carta de minha esposa e fiquei muito emocionado. Falava-me sobre o professor que em expulsara de um hospital onde eu trabalhava. Resumindo, a carta relatava que o referido mestre havia dito, num discurso, o seguinte:

Discurso de aposentadoria

“Durante 35 anos de vida de professor, parece-me que perdi mais do que ganhei. Julgo que fiz mais coisas erradas do que certas. O que me dói é o fato de ter perdido o Yum. Se eu tivesse dado ouvidos as suas opiniões, nesta hora, hora d aminha aposentadoria de vida de professor, certamente, estaria mais feliz e seria homenageado com palavras mais honrosas. Parece que o fiz sofrer e até atrapalhei o futuro dele. Ele, com certeza, construiu uma verdadeira medicina popular…” Estas são palavras do discurso proferido por meu professor ao retirar-se da vida de ensino.

Eu já havia me esquecido dele. Ele, porém, lembrava-se ainda de mim. Pensando nisso meus olhos encheram-se de lágrimas e meu respeito por ele aumentou. Se ele não tivesse agido, na época, daquela forma, eu não teria pensado em Medicina popular e hoje, certamente, seria um médico comum. Ele disse que perdeu muito. Eu, porém, acho que ganhei muito.

Para conseguir denominar de Unibiótica aos meus métodos, li cerca de 8.000 livros de Medicina, tanto oriental quanto ocidental. Estudei além de Medicina, Matemática, Física, Geografia, Química e até Arte de Cozinhar. Também estudei Fisiognomonia, Quiromancia, Religião, Filosofia e Música. Juntando todas as obras que li até hoje, inclusive aquelas sobre guerra, estratégia, política e ideologia, creio que ultrapassam a soma de 20.000 livros.

Criei a Unibiótica, passando por inúmeras dificuldades. Transcendi, por isso, há muito tempo, a idéia de querer, com ela, ganhar dinheiro.

Metas de vida

Meu primeiro e maior sonho é educar a população. O segundo, é trabalhar para a saúde dos idosos. Nada disso, porém, quero fazer com dinheiro, pois tudo que envolve dinheiro os homens podem interpretar mal. Tenho mais de 50 anos; quero envelhecer, suavemente, e viver entre amigos. Ainda sou uma lata vazia. Porém, quero enchê-la, mesmo que seja gota a gota até o máximo possível.

Quero formar uma comunidade com pessoas que eram doentes e não podiam se tratar devido a falta de dinheiro ou de solução ou não sabiam mais o que fazer para curar-se, tendo-o conseguido através da Unibiótica. Com tais pessoas gostaria de fundar uma Comunidade. Nela, cada um aprenderá com o outro, educando-se e dedicando-se desta forma, a uma vida saudável. Tal comunidade denominar-se-á Escola de Vida ou Comunidade da Natureza.

Defendo a tese de que, mesmo em idade avançada, o homem é produtivo. Defendo que a vida do homem é de 120 anos.

Vila da Longevidade

Se o objetivo for o de passar dos 120 anos, alguém precisa demonstrar isto. Se um período de seis dias é suficiente para provocar mudanças no corpo e na mente, o que não se poderá fazer em seis meses?

Tenho pesquisado, continuamente, sobre ervas medicinais. Possuo mais de 10.000 receitas à base delas. Acrescentado-as a Unibiótica, seu valor será simplesmente inigualável.

Portanto, para todos os que pensam que perdem saúde à medida que envelhecem, a tendência é a de realmente adoecer. Para os que pensam o contrario, a saúde se mantém ao longo dos anos. O pensamento reflete diretamente no corpo. A Unibiótica não é uma teoria alienante. É extremamente realista. Aos poucos as dúvidas cederão lugar às convicções que surgirão com a prática. Com paciência, mesmo que seja de gota em gota, o jarro encherá.

Buda disse:

“Muito se sabe, quando há leis. Sem praticá-las, porém, nada é possível.”

Em outras palavras, isto significa que lata vazia é barulhenta e nada contém.

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Depoimento pessoal do próprio Dr. Yum retirado do livro: ABC da Saúde V – Assim nos curamos – Autor: Dr. Jong Suk Yum – Editora Convite do Brasil – 1988.

Muito legal esse depoimento do próprio Dr. Yum né? A vida dele não foi fácil, e ainda assim ele teve forças para dar um rumo diferente ao do que os médicos haviam sentenciado para ele. E o melhor de tudo, ele nos deu uma enorme contribuição de vida através da divulgação da Unibiótica. Agora cabe a cada um de nós continuar divulgado a Unibiótica, que tantos benefícios trouxe e ainda trás para todas as pessoas que a praticam!

Um forte abraço a todos e obrigada pela visita!

Regina

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Nasci novamente – depoimento

Posted on março 8, 2009. Filed under: Depoimentos |

– Tenho consciência do que faço, tudo é fácil.

Eu era uma pessoa que ia, com certa freqüência, em médicos. A procura de minha saúde me fez levar a todos os tipos de especialistas, sendo psiquiatra, dermatologista, otorrinos, ginecologista, homeopatia, benzedeiras e curandeiros. Melhorava um pouco, mas não curava meus problemas.

Eu não sabia a certo que doença eu tinha. Era um conjunto de coisas que me faziam passar mal. Medico nenhum resolvia, motivo por tal ,que sempre voltava para me consultar. Essa situação durou anos, até tive a noticia de um possível cisto no ovário. Me consultando novamente, foi me dito que teria que fazer uma ecologia, que após o resultado seria providenciado uma “rápida” cirurgia. Saí de lá arrasada e disse pra mim mesma que nunca mais voltaria lá.

Eu não queria mais saber de médicos, hospitais e coisas do gênero. Mesmo que eu fizesse os procedimentos, que garantia os médicos me dariam? Sabia de muitos casos de pessoas que sofriam, passavam por esses procedimentos e não ficavam curadas, ou resolvia um problema e aparecia outro. Resolvi que não ia fazer os exames.

Por sorte, estava em N. Hamburgo, o Dr. Yum, soube através de jornais que ele estaria dando um curso e também consultas. Fiz o curso e resolvi fazer uma consulta com ele.

Relatei então o que me fez procurá-lo. Ele me examinou e disse que o meu problema era no pé. E que se eu fizesse os exercícios do leque, do peixinho, do sapinho, banhos alternados e mudasse meus hábitos alimentares ( jejum matinal, beber muita água, comer verduras cruas, evitar o açúcar, deixar de comer carne, etc ) eu ficaria boa.

A principio perdi 3 kg, mas depois aumentei 4 kg chegando no meu peso ideal. Estava mais bonita, disposta, com a cabeça limpa e com mais segurança própria. Depois da unibiótica vi como as pessoas são humanas. Fiz muitas amizades e freqüentemente nos confraternizamos uns com os outros com muita alegria. Pratico a unibiótica e estou cada dia melhor. Já não sinto mais nada.

Hoje minha alimentação é baseada em arroz integral, verduras, sementes, água, pão integral, entre outras coisas e vivemos muito bem. Fiz uma economia incrível, pois não mais comprava leite, frios, iogurtes e carne. Agora tudo na minha vida esta marcado pela Unibiótica. Nasci novamente, tenho consciência do que faço, tudo é fácil. Praticando a unibiótica por 15 dias vocês sentirão uma enorme diferença.

Agradeço ao Dr. Yum pela dedicação que tem tido para com a nossa humanidade. Pratiquem a unibiótica, com certeza, todos serão sadios, com uma cabeça saudável e não existirá problemas.

Obrigada!

Geitti S. de Souza – RS

Depoimento retirado do livro:ABC da Saúde V – Sempre há solução – Assim nos curamos – Autor: Dr. Jong Suk Yum – Editora: Convite do Brasil.

Esse livro, é um livro só de depoimentos, assim como o ABC da Saúde IV. Gosto de postar depoimentos por que são preciosos relatos que nos dão a idéia de quanto a unibiótica pode nos ajudar. Se já ajudou tantas pessoas, por que não iria nos ajudar também?

Só gostaria de pedir, para as pessoas que freqüentam este blog, e praticam a unibiótica e que já tiveram algum beneficio, que nos ajudassem a divulgar a unibiótica por meio de depoimentos. Se alguém tiver o interesse em contribuir, basta me mandar um depoimento pessoal de como a unibiótica melhorou a sua vida. Não precisa escrever muito, basta um pequeno texto contando como era antes da unibiótica, e como esta sendo agora depois de praticar. Caso a pessoa não queira se identificar, não tem problema. Pode usar um apelido ou algo parecido, desde que o depoimento seja verdadeiro, não tem problema.

Eu não estou ganhando nada com este blog e nem para divulgar. Apenas gostaria que as pessoas conhecessem essa maravilhosa ciência que trás tantos benefícios de forma muito simples e fácil. Então por favor, quem tiver interesse, ajude!

Quem quiser ajudar com depoimentos ou mesmo divulgação de outros grupos de unibiótica pelo Brasil, pode mandar as informações para este email: macmilam@yahoo.com.br .

No mais, muito obrigada pela visita! Um abraço a todos e um ótimo domingo!

Regina

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Depoimento – Andréia

Posted on novembro 22, 2008. Filed under: Depoimentos |

Tudo começou quando com 14 anos (1990) após uma consulta médica tive o diagnóstico de Escoliose Drosal e Lombar, a coluna fazia um S certinho. Veio o desespero pois uma cirurgia seria muito arriscado e problemas futuros poderiam surgir e aos poucos me deformar, não sentia dor mas, já percebia a postura incorreta.

A Unibiótica administrou um curso em minha cidade e deixou algumas sementes plantadas. Com o meu estado inspirava cuidados além da fisioterapia diária busquei o tratamento alternativo. Uma amiga me indicou a Unibiótica. Pesquisando aonde a equipe estaria fiquei sabendo de um grupo se reuniria em Araraquara mais precisamente na Clinica de Emaús, e por minha sorte elas seriam ministradas pelo Dr. Yun, acredita? O próprio Dr. Yun, um privilégio sem sombra de dúvidas.

O impacto foi forte, senti a mudança no primeiro dia, jejum matinal, água e exercícios, o almoço era sem dúvidas o mais difícil, mal conseguia comer, imaginem uma moça de 14 anos? Come muito mal. Não estava sozinha, estava com a minha mãe pois, sem o apoio da família dificilmente conseguiria.

Lá no curso aprendi exercícios a importância das cores, da água, do jejum, do melhorando tudo, melhorando tudos, fazíamos os exercícios num som sonoro e marcante, rir rir rir rir rir rir rir rir rir, era contagiante. Palestras mostravam o grande mal que era a carne animal, juro que até hoje a carne não me desce bem. Esse mesmo mal se estendia ao açúcar e ao leite.

A partir dessa época joguei fora todas as minhas vacinas importadas para alergia pois, descobri que o meu mal era o leite, e você acredita que nunca mais fiz uso de remédios como cordicóides e outros medicamentos. Presenciei um rapaz que chegou de cadeira de rodas e após 1 hora de vasos capilares voltou a andar não era milagre, era sem sombra de dúvida a comprovação que todo o mal que existe e única e exclusivamente culpa do próprio homem, o exercício devolveu ao rapaz a circulação necessária, mas foi emocionante.

Voltei pra casa cheia de idéias e anotações para uma vida longa e saudável, mas nessa época era muito difícil comprar um leite de soja, arroz integral, tudo ainda era muito tabu, e a cidade pequena, sempre me deslocava para Ribeirão preto e adquirir os produtos naturais. Mas nada foi fácil, a comida la em casa mudou geral, alguns não gostaram , dormir com travesseiro de madeira não consegui olha que tentei mas juro que não era fácil. Mas os exercícios eu conseguia fazer bem, como os banhos de ar e alternativo.

Depois de 1 ano fiz uma ultrassom para ver como estava minha coluna e para minha surpresa eu não tinha NADA, uma coluna perfeita. Com o tempo e o passar dos 17 anos fui ficando sem um apoio, tudo que foi aprendido não foi esquecido mas, acabei me entregando e abandonando mas com o nascimento do meu filho procurei fazer tudo que aprendi, ele tem uma alimentação saudável e, está com 2 anos e nunca tomou sequer um remédio de verme.

Agradeço a Unibiótica e a Deus por esta oportunidade.

Abraço a todos

Andréia.

Email para contato: andreia@valedoverdao.com.br

Depoimento cedido gentilmente pela a internauta Andréia!

Se alguém tiver o interesse em publicar um depoimento pessoal, por favor entre em contato comigo, pois esses depoimentos são muito importantes para divulgar os benefícios da Unibiótica.

Muito obrigada a todos pela visita!

Regina

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Como a Unibiótica melhorou a minha vida

Posted on setembro 16, 2008. Filed under: Depoimentos |

“Há 3 anos, fui convidada para participar de um grupo de Unibiótica no meu bairro. Era uma ginástica com exercícios voltados para a saúde em geral. Eu tinha muitos problemas de saúde, mas o que mais me incomodava era a dor nas costas. Comecei a praticar a Unibiótica e nesses 3 anos, estes foram os benefícios que consegui:

Melhorei minha auto estima ( a minha devia estar abaixo de zero ), melhorei minha postura, pois eu tinha as costas encurvadas por ter sido costureira a muitos anos. Hoje minha postura é correta e mais elegante até.

Eu tinha um zumbido, um barulho no ouvido que nenhum tratamento ou remédio resolveu. Era um zumbido que minha mãe também tinha e por isso eu já estava ficando triste pois minha mãe morreu com esse mesmo zumbido e eu sabia que a tendência era que, esse barulho ficasse cada vez mais alto e insuportável. E o pior, eu achava que seria permanente. Mas com a prática da Unibiotica ele desapareceu. Simplesmente acordei num belo dia e percebi que o zumbido já não estava mais lá. E graças a prática da Unibiótica até hoje ele não voltou mais.

Aprendi os benefícios de tomar água ( eu ficava as vezes um dia inteiro sem tomar água e por isso tinha os olhos e as pernas sempre inchados ). Com a prática da Unibótica emagreci cerca de 5 kg , mas quem me conhece e se lembra como eu era, afirma que emagreci uns 10 kg pois o inchaço do meu corpo desapareceu e meu corpo parece outro. Tenho mais disposição para fazer as tarefas de casa. E meu objetivo nem era emagrecer, mas foi outro ótimo beneficio que consegui sem muito esforço nem muito sacrifício.

Com o travesseiro de madeira, minha coluna melhorou quase 100% e quando sinto dores, faço os exercícios e logo passa ( exercício do sapinho e vaso capilar principalmente ). Tenho também um joanete que doía muito, mas após praticar o exercício do leque por algum tempo a dor desapareceu e parece até que o joanete diminuiu de tamanho. E não sinto mais dores nele.

Mas o que eu mais gostei com a prática da Unibiótica foi a convivência com outras pessoas nas aulas. Conheci muitas pessoas maravilhosas e engraçadas. E hoje, sempre que tenho a oportunidade, vou a viagens e a encontros com as minhas amigas da Unibiótica.

Por isso posso dizer com certeza que a Unibiótica não fica só na teoria. Seus benefícios são reais e estão ao alcance de todos. Recomendo a todas as pessoas que pratiquem a Unibiótica por que vão com certeza se surpreender com os resultados assim como eu me surpreendi.”

Ângela Resende

Esse depoimento foi cedido gentilmente por nossa amiga Ângela Rezende que faz parte do grupo de Unibiótica do Alípio de Melo – Coordenadora: Madalena – em Belo Horizonte – MG.

Obrigada pela contribuição!

E se você quiser compartilhar a sua história conosco, por favor, entre em contato para que possamos colocar no blog. Ajude a divulgar a Unibiótica e seus benefícios!

Obrigada a todos!

Regina

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