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Jejum: a perfeição da irracionalidade

Posted on setembro 16, 2009. Filed under: Teoria e Prática |

jejum1

“A prática do jejum, antigamente, destinava-se a atingir vários objetivos. Existe uma vasta literatura com depoimentos comprobatórios da eficácia do jejum na cura de doenças incuráveis, através da recuperação celular. O regime, hoje em dia, está na moda, sendo também, considerado uma forma de jejum, ou seja, funciona como um semi-jejum.

O autor tem orientado a prática do jejum há mais de 20 anos, encontrando sempre resultados que só tem comprovado a grandeza dos seus efeitos benéficos. Casos de enfermidade de fígado, do coração, dos rins, diabetes, problemas de pele e catarata, entre outros, desenganados pela Medicina Moderna, foram recuperados pelo jejum. A terapia do jejum foi-nos transmitido pelos antigos. É um grande legado. A eles devemos gratidão.

Qual a relação existente entre jejuar e melhorar a saúde?

Podemos pensar que o jejum faculta a desintoxicação geral do corpo. Mas, cientificamente, é um método de estimulo, de aperfeiçoamento do mecanismo, de reversibilidade entre sangue e células. O corpo é composto por células formadas pelo  sangue o qual, por sua vez, se forma pela alimentação. A doença é, pois, gerada por células anormais provenientes das impurezas do sangue. Por exemplo, ao se ingerir bebidas alcoólicas, a pele fica vermelha, a circulação se acelera, a pressão sobe e a mente se desequilibra. Pelo jejum, as células anormais retornam para o sangue e, pela aceleração da circulação, elas se auto-purificam através da excreção dos rins, da pele e dos intestinos. Todos os animais praticam, instintivamente, essa forma de terapia. Eles não fazem uso de remédios e não têm hospitais, mas vivem com boa saúde, muitas vezes morrendo de forma natural. O fenômeno da reversibilidade é a eternidade da lei da Natureza.

Podemos dizer que a formação da cadeia alimentar gera sangue e o sangue forma a celular. É um fenômeno racional. O desaparecimento ou recuperação das células anormais revela o processo da reversibilidade que é, em si mesmo, um processo de recuperação de doenças. O jejum possibilita que órgãos que excretam de substancias nocivas trabalhem melhor ( menos sobrecarregados ). Sintomas como tonteira, vômitos e dores de cabeça são apenas, parte do processo de normalização, liberando o organismo do acumulo de impurezas. Essa grande limpeza não pode ser comparada a nenhum medicamento ou prática médica.

Ao término do jejum, a vitalidade aumenta muito, dando ao organismo maior resistência contra as enfermidades.”

Texto retirado do livro: ABC da Saúde I – Autor: Dr. Yum – Editora: Convite do Brasil – 1988.

Desculpem pela demora em atualizar o blog ( novamente! Rsrs está virando hábito ). Obrigada a todos pela visita!

Regina 😉

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