O glomo

Posted on setembro 28, 2008. Filed under: Teoria e Prática |

“O glomo é considerado o segundo fator mais importante da Teoria da Unibiótica ( o primeiro é a circulação sanguínea ). O glomo é um aglomerado de minúsculas veias e artérias. É um desvio pelo qual o sangue passa da artéria, diretamente para a veia, sem passar antes pelos capilares. O glomo existem em vários órgãos e na pele, especialmente, nas dermes das extremidades. Encontra-se abundantemente, na unha, nas pontas dos dedos e na superfície palmar das falanges 1,2 e 3. O glomo não aparece durante a vida intra-uterina. Ele se forma logo após o nascimento e se desenvolve com o passar dos anos, até a idade de quarenta anos, quando então começa a diminuir, sofrendo atrofia, selenose e desgaste conforme o avanço da senilidade.

Descoberta do glomo

O glomo foi descoberto, pela primeira vez, em 1707, por Lealis-Lealis, anatomista francês, num “lócus” anatômico entre a artéria e a veia espermática. Desde àquela época, excelentes e vários autores descreveram o glomo em vários órgãos e na pele. Depois de Lealis-Lealis, Winslow ( 1719 ) encontrou glomos em outras duas regiões: entre a artéria do esôfago e a veia coronária e entre a artéria bronquial esquerda e a veia ázida. Foram achados glomos também, nas mãos e nos pés.

Trabalho do glomo

O Dr. Jong Suk Yum afirma que o glomo, juntamente com os capilares, a arteríola, a vênula, o coração e o vaso linfático, formam todo o mecanismo da circulação sanguínea. Os capilares funcionam como força motriz principal; o glomo, como controlador de emergências; a veia e o lado direito do coração, como tanque; e a artéria, como bomba de sucção.

A corrente normal e constante do sangue depende das atividades coordenadas daqueles componentes. Se qualquer um deles falhar a circulação sanguínea desordena-se. Particularmente, existe uma relação estreita entre glomos e capilares. Quando a pele se expõe ao frio ou a um susto, empalidece. Isso ocorre porque os capilares daquela região contraem-se, subitamente, e interrompem a corrente sanguínea que iria fluir para aquele local. Mas o glomo, para agir como controlador de emergências, faz com que a corrente sanguínea, repentinamente interrompida, se choque, diretamente, contra a parede delicada do ferimento ou sangramento. Em tal emergência, o glomo age, instantaneamente, desviando a corrente sanguínea interrompida, diretamente, da artéria para a veia, protegendo os capilares para não serem destruídos. Serve-lhes de válvula de escape quando estão em perigo. Sendo essencial o exercício do vaso capilar para a estimulação e manuntenção saudável dos glomos.”

Informações retiradas do livro: ABC da Saúde I – Autor: Dr. Jong Suk Yum – Editora: Convite do Brasil – 1988.

Obrigada a todos pela visita! Ajudem a divulgar a Unibiótica!

Regina

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